Quem sou eu

Suzano, Alto tiête - SP
Já mais imaginaria que um dia,iria me tornar 'Fã de um Ídolo'.E esse dia chegou,foi na primeira vez que ouvi a sua voz,eu senti uma 'energia',que tomou conta de mim,isso na certa é 'Amor'.Um amor que nem todas as pessoas conseguem ter compreensão.Quantas vezes me disseram para desistir de você? Foram diversas vezes e até hoje.Mas eu não ligo por que Deus em primeiro Lugar,acredita na minha verdade,e você! Seremos fã até o último suspiro de nossas vidas,até o sol acabar,de uma coisa estamos certa:''Seremos Fãs até a morte'' Sabemos o quanto o 'Garoto',que pagava para fazer seus próprios shows,batalhou merecidamente,quando chegou um momento de sua vida que você não conseguia enxergar uma Luz no fim do Túneo,ergueu a cabeça e acreditou em Deus,e foi até o fim.Resultado:Pois só quem sonha consegue alcançar! O Gurizinho que muitas vezes sofreu preconceito,quebrou barreiras,obstáculos está ai hoje,arrastando multidões e fazendo um sucesso lascado merecidamente. Só temos a agredecer a Deus todos os dias por você ter existido ! (@LuanSantana)

domingo, 8 de maio de 2011

No camarim de Luan Santana: EPTV.com conversa com cantor.

A espera para uma conversa de cinco minutos com Luan Santana reserva situações curiosas. Nunca se está sozinho, ainda mais quando o local do rápido bate-papo é antes de um show para milhares de pessoas, como aconteceu neste sábado (7) em Jaguariúna: o cantor foi a atração da terceira noite de rodeio. Aliás, quem tem papel em mãos, fica sem: sempre há um pequenino que, desprevenido, quer ganhar uma assinatura do cantor.
Luan Santana, com 20 anos recém completados, atualmente encabeça a lista de sucessos da música que arrastam fãs por onde quer que passem. Considera-se sertanejo e acha curioso que seu público seja tão jovem. Em Jaguariúna era notável: quando os portões se abriram, uma horda de pequenos fãs (principalmente meninas, diga-se de passagem) aproveitou o preparo físico adquirido nas aulas de educação física e correu até a grade que separa o público do palco onde o ídolo começaria o show pouco tempo depois. Esperavam, postados na fila, há pelo menos quatro horas.
Em qualquer falso alarme de início da apresentação, era recomendado colocar as mão nas orelhas: certamente aquele não era um ambiente saudável para os ouvidos. Gritos estridentes, faixas com declarações, pais com crianças no pescoço, camisetas estampando o rosto recém saído da adolescência de Luan Santana.

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